terça-feira, 13 de julho de 2010

Eduardo Valverde recebe apoio da Juventude de Rondônia

CAMINHADA DO 13 HOJE!







A Equipe GD13 tem a honra de convidá-lo para participar da #OndaVermelha, da Coligação Rondônia Melhor para Todos-PT/PSB
realiza hoje a Caminhada do 13,
na praça Getúlio Vargas as 15hs.


Acesse diariamente para mais informações nossos:
Orkut - Blog - Twitter os link estão no menu acima.


Atenciosamente.
Equipe - GD13
guerrilhadigital13@gmail.com

 
     

terça-feira, 6 de julho de 2010

DEM do Serra é contra o PROUNI



A 1ª turma de alunos de medicina do PROUNI está se formando.
Se dependesse do DEM (ex-PFL), partido que apoia José Serra (PSDB/SP), estes jovens médicos não se formariam.
O DEM, quando ainda era PFL, entrou com uma ação na justiça, alegando que o PROUNI era inconstitucional. Se vencesse, o PROUNI acabaria, e estes alunos perderiam suas bolsas.
EQUIPE GD13

domingo, 4 de julho de 2010

Por uma maioria parlamentar de esquerda

Por Emir Sader

Para quem quer que o Brasil siga o caminho atual, consolide as transformações iniciadas pelo governo Lula, as aprofunde e promova as transformações estruturais que permitirão fazer do Brasil uma sociedade, justa, soberana, solidária – é condição indispensável a vitória de Dilma Rousseff.

O segundo objetivo, estreitamente vinculado a esse, condição mesma do seu sucesso, é eleger uma bancada parlamentar, na Câmara e no Senado, com maioria de esquerda. Para não necessitar de alianças que comprometam o projeto essencial do governo, para não depender de negociações difíceis e muitas vezes infrutíferas com partidos aliados, mas que não comungam das diretrizes essenciais do governo. Para não ter que entregar Ministérios fundamentais – como os da Agricultura, da Comunicação, da Defesa, das Cidades – a partidos cujas orientações muitas vezes defendem interesses que estão em contradição com políticas essenciais de superação do neoliberalismo.

A aliança com o PMDB se dá não por uma opção preferencial por alianças com esse ou outro partido fora do campo popular. Tanto assim que o governo começou sem ter incorporado ao PMDB, o que levou a que quase fosse derrubado, em 2005, por não ter maioria no Congresso. E ainda teve que entregar cargos estratégicos a esse partido e a outros similares do ponto de vista ideológico, para dispor dessa maioria parlamentar indispensável para governar. As alianças foram necessárias por falta de maioria do campo popular no Congresso – objetivo pelo qual temos que lutar duramente nestas eleições.

Um governo democrático, popular, nacional, soberano, com capacidade para implementar definitivamente um modelo econômico centrado no capital produtivo, inerentemente vinculado à distribuição de renda, à universalização de direitos e à expansão continua do mercado interno de consumo popular, que consolide nossa soberania externa, em torno das alianças prioritárias com os países latinoamericanos e com os do Sul do mundo – requer uma força própria, que não dependa de maioria conjunturais ou de alianças que demandam em troca concessões em temas essenciais para a plataforma da campanha da Dilma.

Por isso temos que centrar esforços especiais em eleger uma maioria parlamentar – na Câmara e no Senado – dos partidos de esquerda: do PT, do PSB, do Pc do B, do PDT, e de todas as forças que se identificam com o programa da candidatura da Dilma. Precisamos estende a ampla maioria social progressista, que apoio o governo Lula e a candidatura da Dilma, em força política e eleitoral, para criar uma maioria parlamentar progressista.

É talvez muito cedo para que a imensa massa beneficiária dos programas sociais do governo já tenha conseguido eleger seus próprios representantes – um tema central para que sejam não apenas sujeitos econômicos e sociais, mas também políticos, o que mudará definitivamente o Brasil, a ser uma democracia social e política.

É preciso mobilizar a todos os militantes de esquerda também para as campanhas parlamentares – para o Senado e para a Câmara -, para fazer chegar essa mensagem aos setores populares, majoritários e decisivos nos destinos do Brasil.

EQUIPE GD13

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Em Nova Brasilândia Valverde diz que o Estado precisa ser reestruturado para atender à população


O pré-candidato do PT ao governo do Estado, Eduardo Valverde, visitou Nova Brasilândia D’Oeste no sábado, dia 19/06, onde, acompanhado do prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, participou de reunião com os vereadores e lideranças locais visando à organização de alianças e apoios para as eleições deste ano.

Durante a reunião Eduardo Valverde disse que o Estado de Rondônia precisa ser reestruturado para cumprir a sua função de oferecer serviços públicos à toda a população, e não apenas servir a um grupo ou a uma parcela da população.

Eduardo Valverde está visitando todo o Estado onde participa de debates com prefeitos, vereadores, com representantes dos mais diversos setores e com lideranças de vários segmentos,

Uma das propostas que estão sendo discutidas com a finalidade de construir um plano de governo participativo, é, segundo Valverde, a viabilidade de criação da Secretaria de Apoio aos Municípios.

Eduardo Valverde tem verificado durante as reuniões que muitos Municípios não têm o apoio do governo do Estado. “É necessário aproveitar o bom momento econômico do Estado e fazer uma distribuição equitativa dos recursos”, disse Valverde, destacando que Rondônia é um Estado muito forte graças ao povo trabalhador. “Temos tudo para fazer o nosso Estado crescer. Só falta um governo comprometido”, disse.

Na reunião realizada em Nova Brasilândia os participantes criticaram as obras de vésperas de eleição, que geralmente são de qualidade duvidosa. “As estradas estaduais estão cheias de buracos porque o asfalto não é de boa qualidade, e a população agora já sabe que a cada período eleitoral o governo do Estado aparece com uma operação cidade limpa. Sabemos que isso é para tentar ludibriar o nosso povo”, disse um vereador.

O deputado Eduardo Valverde, que ao longo dos seus dois mandatos apresentou inúmeras emendas parlamentares beneficiando todo o Estado de Rondônia, disse que a solução é descentralizar os recursos para que as Prefeituras promovam ações de saúde, contratem médicos, possam adquirir maquinário para a recuperação de estradas e outras obras.

“O governo do Estado precisa respeitar os Municípios e trabalhar para todo o Estado, independentemente de partido político. As Prefeituras não podem ser tratadas pelo governo do Estado como entes inferiores, e sim como parceiras, pois, quando os políticos brigam, quem perde é a população”, finalizou Valverde.

EQUIPE - GD13

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Valverde fala sobre sanção da MP 472 e diz que próximo passo será enquadrar por ações judiciais os 10% dos servidores não contemplados

Com a publicação da sanção presidencial da MP 472 no Diário Oficial da União na manhã desta segunda-feira (14) em que no seu Artigo 85 regulamenta a transposição dos servidores civis e militares do ex-Território Federal de Rondônia para a União, muitas dúvidas pairaram sobre os contemplados. Isto porque no texto publicado trouxe alguns vetos.
Diante da publicação, o Coordenador da Bancada de Rondônia, deputado Eduardo Valverde (PT/RO) informou que o que foi vetado será agora preenchido com novas leis e também com a intervenção judicial. Essa na verdade tem sido a orientação dada aos sindicatos para que entrem na justiça e saneiem qualquer prejuízo que tenha havido com relação a salários, carreiras entre outras.
“ Na verdade o veto não vai afetar que a transposição se dê e que haja o enquadramento. E os  prejuízos que aconteceram nesse enquadramento, os sindicatos já estão sendo preparados para entrarem na justiça”, ressaltou.
Valverde avaliou como uma grande conquista para o estado de Rondônia a transposição, pois, segundo ele, 90% dos servidores foram beneficiados, ficando os 10% restantes passíveis de inclusão pela luta sindical na justiça.
O parlamentar petista lembrou ainda, que depois de um longo período de análises, discussões, convencimento e lutas tanto no Legislativo (Senado e Câmara) como no Executivo (vários ministérios e Casa Civil), foi possível efetivar a transposição ainda em 2010, apenas seis meses após o a aprovação da matéria no legislativo.
 “Estou muito otimista com a luta até o presente momento. Foi uma vitória imensa em conseguir em pouco tempo regulamentar uma matéria de extrema dificuldade e com tanta abrangência. Isso exigiu de toda a Bancada e sindicatos uma engenharia política muito sofisticada”, observou.
Conforme o deputado Valverde no que diz respeito a situações específicas de cada categoria, esse será o próximo passo, visto que cada situação exigirá uma ação diferenciada, baseada na lei que rege cada categoria. “Lutaremos agora  pelo enquadramento e o aperfeiçoamento das situações específicas de cada categoria, sendo que os servidores que não foram regulamentados por lei serão regulamentados pelas ações que os sindicatos entrarão na justiça para pedir a melhor interpretação da emenda 60”, frisou Valverde.
O parlamentar disse ainda, que em conversas com os sindicatos esclareceu sobre os vetos e nos que abrem lacunas para interpretações diversas, o judiciário vai preencher com seu entendimento. “Uma fase dessa luta está cumprida, agora é partir para o aperfeiçoamento”, concluiu.

EQUIPE-GD13

sexta-feira, 11 de junho de 2010

VALVERDE: Segurança Pública aprova anistia a policiais e bombeiros de Rondônia.



A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou ontem (9), o projeto de lei do nº 6882/2010, de autoria que estende anistia aos policiais e bombeiros de Rondônia, punidos por participar de movimentos reivindicatórios.
A proposição altera aos artigos 1 e 2 da Lei 12.191 de 13/01/2010, que concedeu o benefício aos policiais e bombeiros de militares do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal, excluindo Rondônia.
De acordo com Valverde os servidores de Rondônia também participaram das manifestações tendo seus líderes perseguidos politicamente, e que, portanto a anistia também precisa ser concedida aos policiais e bombeiros do estado.
“ A lei promulgada este ano, seria mais meritória, se não esquecesse de ter incluído os policiais e bombeiros militares de Rondônia, que no período da lei, também participaram de movimentos reivindicatórios de repercussão nacional, sofrendo muitos perseguição e violência”, observou.
Para o relator da matéria deputado Laerte Bessa (PSC/DF) é preciso corrigir também a situação constrangedora em outras unidades da federação, o que ensejou a ampliação da anistia para outros militares estaduais.
Bessa, que apresentou um substitutivo incluindo também os civis, elogiou a iniciativa de Valverde e disse que acredita no êxito da proposição. “Sobre o ponto de vista da segurança pública, não há como negar o seu mérito, porém, percebemos que os policiais civis também foram deixados de fora, motivo pelo qual propomos substitutivo que engloba todos os casos que devem receber a anistia anteriormente apreciada e aprovada”, disse.
A matéria ainda será analisada pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: ASCOM

EQUIPE-GD13

quarta-feira, 9 de junho de 2010

CDH aprova projetos relatados pela senadora Fátima.


Foram aprovados hoje (9) na Comissão de Direitos Humanos (CDH) três projetos relatados pela senadora Fátima Cleide (PT-RO), membro do colegiado.
De autoria da deputada Alice Portugal (PC do B-BA), foi aprovado o PLC 79/09, que propõe alteração na LDB para incluir nos currículos escolares das instituições de ensino médio conteúdo sobre direitos da mulher.
Também com parecer favorável da senadora Fátima, foi aprovado o PLC 168/2008, do deputado Antonio Biscaia (PT-RJ), que altera o Estatuto da Criança e Adolescente para incluir a exigência da supervisão judiciária sobre as atividades de escolarização e profissionalização desenvolvidas pelas unidades executoras de medidas socioeducativas em regime de semiliberdade.
Com duas emendas de autoria da senadora, também com parecer favorável, foi votado o PLS 186/2008, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que altera o artigo 79 da LDB para dispor sobre avaliação na educação indígena.  Como essa educação é ministrada pelos entes federados, a seu encargo, Fátima propôs a  alteração no artigo 32, pois o 79 é comando específico para a União.
Um quarto projeto relatado pela senadora, o PLS 305/08, de autoria do senador Marconi Perillo (PSDB-GO), previsto na pauta da CDH, não foi votado por falta de quórum. A proposta tem caráter terminativo, exigindo maioria absoluta de membros para votação. 

Por Mara Paraguassu
Assessora de Imprensa
Gabinete Senadora Fátima Cleide


EQUIPE GD-13 

terça-feira, 8 de junho de 2010

Deputado Valverde participa de carreata com mototaxistas e fala sobre a importância da atividade nos municípios


"Os serviços prestados pelos  mototaxistas são indiscutíveis, sobretudo em pequenos municípios em que  a motocicleta é o meio mais eficiente de transporte ofertado à comunidade”, disse.
Em comemoração a entrega das 574 placas aos mototaxistas, formalizando desta forma a prestação de serviços em Porto Velho, que o deputado Eduardo Valverde (PT), participou nessa segunda-feira (7) de uma grande carreata pelas principais vias da capital.
Segundo Valverde, para vigorar a regulamentação da profissão no estado, foi necessário um forte diálogo. Isto porque, explicou o deputado, os municípios precisaram se reestruturar e construiu um diálogo com os interessados para construir um regulamento que protegesse o usuário, na prestação dos serviços e ainda, garantisse renda ao profissional.
“A concessão do serviço de mototaxi é exclusivo das municipalidades e as prefeituras precisam se reestruturar para fiscalizarem a prestação de serviços e garantias de direitos. O serviço, não é tão somente a entrega de uma concessão, mas sim um serviço regulado que proteja o cidadão e garanta estabilidade ao trabalhador”, ressaltou.
A preocupação de Valverde pela categoria não é recente. É de sua autoria o projeto de lei (6901/2010) que estende a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a compra de motocicletas. Além de introduzir nas normas do FAT (Fundo de amparo do Trabalhador) linhas de financiamento subsidiado existente para compra de taxi e caminhões.
Valverde explicou que a isenção já existe para taxistas, portadores de deficiência física, visual ou mental e autistas, e que o serviço prestado pelos mototaxistas é uma necessidade em muitos municípios, sobretudo os pequenos, que tem uma carência de transporte público e, que diante disso é preciso dar condições para uma melhor prestação de serviços.
"O alcance social da isenção é indiscutível, além do que em muitas localidades a motocicleta é o meio mais eficiente de transporte ofertado à comunidade”, disse.
Conforme Valverde, cerca de 2,8 milhões de pessoas trabalham hoje sobre motos no país, dos quais algo em torno de 600 mil são mototaxistas em cerca de 3 mil 500 municípios.
Também preocupado com a segurança dos usuários dos mototaxis, e também dos profissionais, o projeto de Valverde prevê ainda medidas de prevenção a acidentes. Em todos os estados que passam a ter o serviço regulamentado terão que exigir treinamento dos profissionais, além da exigência dos equipamentos de segurança.
Participaram também da carreata com vereadores Erminio Soares, Cláudio da Padaria, Elis Regina, Mariana Carvalho , Jean de Oliveira além de várias  cooperativas, entre elas: Asmaderon, Cooptran, Cooperloc, Sindmotos, Coopnorte, CoopBrasil,  entre outras.
 EQUIPE GD-13

sábado, 5 de junho de 2010

Com regularização, assentamentos na Bom Futuro serão modelos de desenvolvimento, diz Fátima


Por Rosiane Vargas (Texto e foto):
A senadora Fátima Cleide (PT/RO) esteve ontem (3) nas comunidades Marco Azul e Rio Pardo, na Floresta Nacional de Bom Futuro, onde assegurou aos moradores que a Medida Provisória 472 deve ser sancionada, sem veto, pelo presidente Lula, entre os dias 7 e 12 próximos.  A MP trata entre outros assuntos da emenda 128, que traz nova delimitação para a área da reserva, onde vivem cerca de 3 mil famílias.

O deputado federal Eduardo Valverde, o prefeito de Porto Velho Roberto Sobrinho, a vereadora Epifânia Barbosa, o vereador José Wildes, secretários municipais e o prefeito Romeu Reolon (Alto Paraíso), entre outras autoridades, também participaram da visita.
Para Fátima, a sanção da emenda sem veto é fruto de um trabalho silencioso, iniciado há 5 anos, quando a senadora conseguiu negociar com os moradores dos assentamentos, que bloqueavam a BR-364, em protesto por terem que sair da terra. Promessa cumprida, com articulação da reunião entre moradores da reserva com representantes do governo federal, em Brasília, para negociar e acordar o atual texto da emenda.

“O assentamento de Rio Pardo e Marco Azul deve ser um novo modelo de desenvolvimento, com assistência técnica, educação e saúde e todos os benefícios necessários para uma vida de qualidade. Mas para isso é preciso contrapartida do governo do Estado”, destacou.

De acordo com Eduardo Valverde, esta é a primeira vez que uma MP repassa uma área da União para Estado, em função de assentamento rural. Após a regularização, o assentamento terá 1400 hectares de terras e poderá receber programas do governo federal como o Luz para Todos e créditos rural.
 Roberto Sobrinho ressaltou a importância do trabalho da senadora Fátima Cleide e do deputado Eduardo Valverde para que as famílias que moram na reserva florestal tenham direito a permanecer no local onde habitam há mais de 15 anos.  
EQUIPE GD-13

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Valverde diz que é preciso vontade política do governo estadual para efetivar Minha Casa, Minha Vida.

Valverde: “Quando há boa vontade de agentes púbicos é possível viabilizar inúmeros programas sociais”

O deputado Valverde (PT/RO) tem sido um apoio as prefeituras no que diz respeito ao Programa Minha Casa, Minha Vida. Porém, ele criticou nesta quarta-feira (2) no Plenário da Câmara, a atitude do governo do estado pela falta de empenho em dinamizar o Minha Casa, Minha Vida, em Rondônia.
Segundo Valverde apesar do aumento do volume de financiamento estipulado pela Caixa Econômica Federal que passou de R$ 5 bilhões em 2003 para R$ 47 bilhões em 2009, a meta estipulada para Rondônia constante no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC1) apenas 16% foi efetivamente contratado.
Conforme o parlamentar ressaltou, um dos focos de emperramento para a efetivação do programa é a falta de planejamento urbano e de infraestrutura em serviço básico como água e esgoto. Porque, lembrou ele se esses investimentos forem feitos pelas construtoras encareceriam o investimento.
“Essa deveria ser uma das contrapartidas que o estado deveria providenciar para possibilitar a construção de moradias para faixa de renda de até três salários mínimos cujo teto financiado é de até R$ 52 mil ”, disse.
O deputado Valverde disse ainda, que em alguns estados, como Alagoas, o governo estadual entrará com R$ 23 milhões em terrenos e equipamentos urbanos para viabilizar a construção de 4 mil moradias para faixa de renda de até três salários mínimos.
“Quando há boa vontade de agentes púbicos é possível viabilizar inúmeros programas. Pois há meios, para os municípios planejar a expansão urbana e garantir a infraestrutura social barateando a construção de moradias”, concluiu.  
As regras para o financiamento das moradias dentro do programa Minha Casa, Minha Vida é o seguinte:
1) Até 3 salários mínimos
Condições:
- Não ter sido beneficiado anteriormente em programas de habitação social do governo
- Não possuir casa própria ou financiamento de imóvel
- Comprometer no máximo 10% da renda durante dez anos para o pagamento das prestações
Seleção:
- O pretendente a beneficiário dirige-se à prefeitura, órgão do Estado ou representante de movimento social para fazer cadastro
- Após seleção, o beneficiário é convocado para apresentação da documentação na Caixa no agente imobiliário, na prefeitura ou outros credenciados
- A assinatura do contrato ocorre no ato da entrega do imóvel
Análise cadastral:
- Comprovação de renda formal ou informal para enquadramento no programa
- Verificação do Cadastro Único que identifica famílias de baixa renda
- Verificação do Cadastro Nacional de Mutuário (CADMUT)
Observação: mesmo que o beneficiário tenha restrições nos órgãos de proteção ao crédito pode ser incluído no programa, pois não há análise de risco de crédito
Características:
- Prestação mínima de R$ 50, corrigida pela Taxa Referencial (TR)
- Registro do imóvel preferencialmente em nome da mulher
- Durante a obra não haverá pagamento entrada e nem de prestações
– Não há cobrança de seguro de vida e danos ao imóvel
2) De 3 a 10 salários mínimos
Condições:

- Não ter financiamento ativo no SFH (Sistema Financeiro da Habitação)
- Não ter recebido desconto concedido pelo FGTS para financiamento
- Não ser proprietário de imóvel residencial no local de domicílio ou onde pretenda fixar domicílio
- Não ser titular de direito de aquisição de imóvel residencial

Operacionalização:
- O beneficiário poderá procurar a construtora ou as agências da CEF para aquisição do imóvel, a partir do lançamento do empreendimento

Análise cadastral:
- comprovação de renda formal ou informal
- análise do IRPF
- análise cadastral no Serasa/Bacen/SPC/CADIN
- verificação do Cadastro Nacional de Mutuário
- análise de risco e de capacidade de pagamento pela CCAIXA
Características:
- financiamento de até 100% do valor do imóvel
- entrada opcional
- Prazo de 30 anos para quitação do financiamento
- Pagamento mínimo durante a obra, de acordo com a renda

EQUIPE GD-13

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Monopólio da mídia é maior obstáculo à vitória de Dilma, opina Emir Sader

Sociólogo vê riscos de retrocesso em políticas adotadas pelo governo Lula, além de colocar em suspeita o discurso de continuidade adotado pela oposição

São Paulo – O sociólogo Emir Sader acredita que a mídia é a única opção ao alcance da oposição para tentar desestruturar o que considera ser a tendência de vitória da pré-candidata Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. Ele pensa que as políticas públicas adotadas na gestão atual não estão garantidos caso "a oligarquia volte ao poder", em referência à pré-candidatura de José Serra (PSDB).
"O governo Lula pode ser uma ponte para sair definitivamente do modelo ou um parênteses", opina, em entrevista à Rede Brasil Atual. "As políticas feitas pelos tucanos, seja em nível nacional, seja nos estados, são de privatização", constata. Isso quer dizer que "nenhuma conquista do governo Lula seria irreversível".
Sader é autor de diversos livros, sendo o mais recente "Brasil, entre o passado e o futuro", que discute a história da esquerda, as políticas realizadas no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e as perspectivas para os próximos anos.
A respeito do discurso adotado por Serra no início da pré-campanha, tentando colocar-se como o mais capacitado para o "pós-Lula", o sociólogo faz um alerta: "A campanha eleitoral não é feita dizendo o que 'vou fazer', é feita do que 'o eleitorado quer que eu diga'. Senão não ganho". Na prática, isso quer dizer que a opção de tentar prometer continuidade está mais baseada nos índices de aprovação do governo Lula do que em convicções.
Sader qualifica Serra ainda como "autoritário" e "prepotente", e faz duras críticas à mídia. "Eu diria que o obstáculo maior à vitória da Dilma é o monopólio privado dos meios de comunicação", avalia. "O fato de que todos estão alinhados com o Serra. Isso indica o fracasso absoluto da política de comunicação do governo", critica.
Confira os principais trechos da entrevista:
As conquistas em política externa do Brasil estão garantidas para o próximo período?
Em política externa, as declarações do Serra demonstram que seria claramente uma mudança significativa (caso ele fosse eleito). Disse que o Mercosul era uma farsa, que o ingresso da Venezuela no mercado comum seria uma insensatez, que como presidente não convidaria o presidente do Irã nem visitaria o país no Oriente Médio, que o Brasil fez uma trapalhada em Honduras etc. Ele está a favor de se afrouxarem laços na integração regional e voltar a estabelecer relações privilegiadas com os Estados Unidos. Isso seria uma mudança importante também no modelo interno, que só é possível porque há soberania externa.
A opção de priorizar relações comerciais e políticas externas com países em desenvolvimento, nas chamadas relações Sul-Sul, seria abandonada?
Nas eleições há quatro anos, quando (Felipe) Calderón foi eleito presidente do México de maneira possivelmente fraudulenta, o (Geraldo) Alckmin o saudou, dizendo que aquele é o caminho. O caminho do México é o do tratado de livre comércio, de quem retrocedeu 7% no PIB ano passado, quem foi ao Fundo Monetário Internacional, não diversificou no comércio internacional, não intensificou distribuição de renda, mercado interno e consumo popular. Quanto se retomaria o caminho é difícil imaginar, porque seria equivocado e ineficiente. O Brasil conseguiu superar a crise com rapidez pela demanda asiática – especialmente chinesa –, pelo intercâmbio regional com países sul-americanos. E também por manutenção do poder aquisitivo no mercado popular.
Inicialmente o pré-candidato José Serra tem assumido uma postura de continuidade, de se colocar como o melhor para realizar políticas "pós-Lula". Ainda assim o senhor acredita que haveria mudanças?
O governo Lula pode ser uma ponte para sair definitivamente do modelo. Ou um parênteses, se a oligarquia voltar ao poder. As políticas feitas pelos tucanos, seja em nível nacional, seja nos estados, são de privatização. Pode não fazer tão grosseiramente quanto antes, mas os dois bancos estaduais de São Paulo foram vendidos. O Banespa foi privatizado para o capital estrangeiro. A Nossa Caixa teria o mesmo destino, não fosse o Banco do Brasil comprar. Quem não faz políticas sociais, quem não financia programas populares, não precisa ter bancos. É mais importante fazer caixa para estrada, rodoanel, que dá mais impacto para o público. A própria prioridade das políticas sociais poderia ser questionada perfeitamente com uma mudança de governo.
Então, por que a opção de pregar a continuidade com, no máximo, alguns aprimoramentos?
A campanha eleitoral não é feita dizendo o que "vou fazer", é feita do que "o eleitorado quer que eu diga". Senão não ganho. Mais de 70% apoiam o governo Lula, portanto várias declarações são cosméticas para não se contrapor ao eleitorado. Talvez se esteja vendo que isso também seria um caminho de derrota, porque a sucessora normal seria a Dilma (Rousseff), mas até agora houve muito mais tentativa de buscar elementos de consenso com o governo, sem deixar claro o que se faria. Mas pelo que é feito em São Paulo... Se o Bolsa Família é tão bom, por que diminuiu aqui? Há uma série de políticas concretas que provavelmente seriam transferidas nacionalmente caso (os aliados de Serra) chegasssem a ganhar. Nenhuma conquista do governo Lula seria irreversível.
Nas últimas semanas, Serra chegou a bater boca com alguns jornalistas. Muitos apoiadores da candidatura de Dilma sustentam que a mídia tem um comportamento de apoio incondicional ao pré-candidato tucano. Como explicar essas reações contra repórteres?
Ele (Serra) tem um estilo autoritário, prepotente. Basta ser colocado em situações de risco e de incerteza para se comportar assim. Sobretudo quando é questionado sobre coisas que ele acha serem inquestionáveis. "Vai continuar o Bolsa Família?" etc. Ele acha ruim, sabe que são temas agudos e acaba perdendo o controle. Mas ele é assim, eu o conheço desde o movimento estudantil, é sempre autoritário. E ainda dizem que Dilma é autoritária. Quando uma mulher tem capacidade e competência é autoritária, senão, seria frouxa. Autoritário é o Serra. O estilo que vocês estão vendo agora é o normal dele de relação, de ser um trator, impor pela força, pela reiteração.
Agora, perdendo a liderança, vai cometer mais erros, inclusive no perfil da atitude sobre o governo Lula. Se continuar a se identificar, mais fácil a passagem de votos para a Dilma, se bater, vai estar na contramão do eleitorado. Se ficar o bicho pega, se correr o bicho pega.
Mas o senhor vê também a partidarização da mídia nas eleições?
A executiva da Folha (de S.Paulo, Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais, ANJ) que assumiu que, como a oposição é fraca, eles (veículos de comunicação) assumem o papel de oposição, significa uma consciência clara do papel que estão desempenhando. Eu diria que o obstáculo maior à vitória da Dilma é o monopólio privado dos meios de comunicação. O fato de que todos estão alinhados com o Serra. Isso indica o fracasso absoluto da política de comunicação do governo.
Há cinco anos é um governo com uma popularidade altíssima, sem um meio de comunicação autônomo. O Lula não fala para o povo, a imprensa escolhe o que ele vai falar. Parecem intermediários viciados no diálogo entre o presidente mais popular que o Brasil já teve e a massa, a cidadania. Vão se manter assim em ano de eleição porque é a única chance de tentar conter a provável vitória da Dilma.
A popularidade de Lula apesar dessa intermediação da mídia não indica que esse efeito da mídia sobre a população está inócuo?
É o instrumento que eles (oposição) têm a mão. Se vai ter eficácia ou não... Qual é o modelo de política popular melhor que a do Lula que tenham a apresentar? Qual é o projeto de país mais significativo? O que têm é a possibilidade de desarticular a imagem da Dilma por meio de denúncias baixas. É o que resta. O Lula já provou que está acima de qualquer campanha. Não pega. Os argumentos do Serra são de nenhuma compreensão para o povo.
Dizer que é "o governo mais patrimonialista que existiu", é o quê? "Apropria-se dos cargos"? Para o eleitorado, além de não ser claro o que isso quer dizer, fica a impressão de que, se o governo faz tudo isso mas o resultado é bom, não é um problema tão grave. A opção pode reiterar argumentos para quem já está contra. Eles não têm argumentos fortes. A comparação dos dois governos (FHC e Lula) é acachapante. A opção de apontar Serra como a melhor continuidade deixou de ser viável, porque os votos transferidos para Dilma são os que apoiam o candidato indicado por Lula. Matematicamente é uma tendência de derrota mesmo. O que está ao alcance é a mídia, e vão jogar com ele até onde puderem.

Emir Sader: sociólogo e cientista político, coordena o Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde é professor de sociologia.

EQUIPE GD-13



terça-feira, 1 de junho de 2010

Senadora garante mais de R$ 4 milhões para construção de escolas em sete municípios

O mandato da senadora Fátima Cleide garantiu, no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE),  R$ 4 milhões, 622 mil, 194 e 88 centavos  para a construção de escolas da educação infantil em sete municípios. Segundo a senadora Fátima, foram pagos parcialmente recursos para unidades em cinco municípios, no valor de R$ 2 milhões, 810 mil, 199 e 14 centavos, e empenhados R$ 1 milhão, 811 mil, 995 e 74 centavos para duas outras regiões.
A liberação ocorreu na semana passada. As prefeituras que contaram com recursos parcialmente pagos, e agora podem iniciar a construção das escolas são as de Alto Alegre (R$ 637.131,65); Ministro Andreazza (R$ 302.997,87); Guajará-Mirim (R$ 653.400,00); Cacoal (R$ 609.689,43) e Theobroma (R$ 606.980,16). O total de investimentos a ser feito na construção das escolas nessas regiões, através do programa ProInfância, chega a R$ 5 milhões, 620 mil, 397 e 48 centavos.
O FNDE também empenhou, mediante articulação do mandato, R$ 1 milhão, 811 mil, 995 e 74 centavos, garantindo a construção de duas escolas em Porto Velho (R$ 1.206.000,00) e Machadinho (R$ 605.995,74).
A senadora Fátima Cleide e sua assessoria técnica acompanham desde 2008, após o governo Lula ter criado o ProInfância para colaborar com os municípios na oferta da educação infantil e creche, projetos para construção de 32 escolas em 26 municípios de Rondônia. O investimento chega a R$ 38 milhões, 863 mil e 914.  
 O Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (ProInfância) foi criado pelo governo por considerar que a construção de creches e escolas de educação infantil bem como a aquisição de equipamentos para a rede física escolar desse nível educacional são indispensáveis à melhoria da qualidade da educação.
Para aderir ao ProInfância, os municípios devem efetuar o Termo de Adesão ao Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação e elaborar o Plano de Ações Articuladas (PAR). Um critério fundamental é o município ter a dominialidade da área onde será construída a escola. 

Fonte Assessoria

EQUIPE GD-13

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ao contrário do PV, Valverde é a favor da BR 319 ligando Porto Velho a Manaus

O pré-candidato do PT ao governo do Estado, Eduardo Valverde, defende a conclusão da recuperação da BR 319, que liga Porto Velho a Manaus, bem como a construção da ponte sobre o Rio Madeira, por considerar as obras de grande importância para o desenvolvimento do Estado de Rondônia e para promover a interligação da Capital amazonense com o restante do país por via terrestre.
Causaram estranheza e revolta na população as declarações da pré-candidata do PV à presidência da República, Marina Silva, de que o Partido Verde é contra a rodovia. O PV tem como um dos líderes em Rondônia o deputado federal Lindomar Garçon, que, pelas declarações públicas, apóia a pré-candidatura do governador João Caúla à reeleição.
A suspensão das obras, defendida pelo PV, de Marina Silva e Lindomar Garçon, que apoia Caúla, não condiz com a proposta defendida por Eduardo Valverde para transformar Rondônia no centro da integração latina americana, cujo projeto inclui, além da BR 319, a ponte sobre o Rio Madeira no bairro da Balsa, a ponte do Abunã, a ponte sobre o Rio Mamoré, em Guajará-Mirim, e a ferrovia ligando Rondônia ao Centro-Oeste e aos portos do Oceano Atlântico.
"Quem se declara contra uma obra de tamanha importância para a população de Rondônia não merece a confiança para representar um povo que esperou décadas por uma oportunidade de desenvolvimento", disse Eduardo Valverde. "Rondônia encontra-se no seu melhor momento econômico, graças às ao carinho que o Presidente Lula e da ex-ministra Dilma Roussef têm pelo Estado, com as obras do PAC 1 e do PAC 2. Não podemos aceitar a interferência de pessoas sem compromisso com o nosso povo, que agora querem emperrar o nosso desenvolvimento", disse o pré-candidato do PT.
A ex-ministra Dilma Roussef esteve em Porto Velho e em Humaitá em março deste ano para inaugurar o primeiro trecho recuperado da BR 319, incluindo a sinalização completa e a construção de novas pontes.
Como deputado federal por dois mandatos Eduardo Valverde apresentou inúmeras emendas beneficiando todo o Estado de Rondônia com recursos para obras e para fomentar o desenvolvimento. "Não podemos descuidar da preservação das nossas florestas, dos nossos rios e dos nossos recursos naturais. Temos muita competência para conciliar o desenvolvimento com a preservação da natureza. A recuperação da BR 319, bem como as pontes e todas as demais obras de infra-estruturar obedecem aos critérios estabelecidos para que interfira o mínimo possível no ecossistema", disse Valverde.


Para as lideranças petistas, os aliados do PV em Rondônia devem uma explicação à população, que há muito tempo espera por uma oportunidade de desenvolvimento como a que foi oferecida somente no governo Lula.

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domingo, 30 de maio de 2010

Valverde critica atitude preconceituosa de José Serra ao governo Boliviano



O pré-candidato do PT ao governo do estado de Rondônia, deputado Eduardo Valverde, chamou de preconceituosa as declarações feitas pelo presidenciável José Serra ao afirmar que a gestão do presidente da Bolívia Evo Morales é cúmplice do tráfico de drogas na fronteira com o Brasil.
José Serra faltou também, que a Bolívia não estaria empreendendo esforços para barrar o comércio. “É impossível que o governo (boliviano) não possa controlar isso. Não é pouca droga, é praticamente o grosso do consumido no país. É importante ter ação diplomática incisiva, pública, para conter o contrabando. Do contrário, é trololó”, criticou.
Segundo Valverde uma alegação como essa é furto do desconhecimento e do preconceito que a elite paulista nutre pela Amazônia e por suas populações tradicionais, já que a região faz fronteira com a Bolívia e mantém uma relação de amizade com os países vizinhos.
Eduardo Valverde reforçou também que durante todo o governo do presidente Lula, ele buscou uma política de “boa vizinhança” e que essa estratégia faz parte Du um projeto de estabilização dos países latinos americanos. “Todas as ações realizadas foram com o intuito de criar uma sociedade latino americana integrando o continente socialmente, comercialmente e tecnologicamente”, disse.
Como deputado da região Norte, Valverde disse que seu estado, Rondônia, é um dos beneficiados pela visão de integração entre os estados do Brasil e países vizinhos. Tanto, lembrou ele que Rondônia, vem tendo grande ganho com este contexto, pelo conjunto de investimentos em infraestrutura, e ampliação de rodovias ligando aos países fronteiriços.
Quem também se manifestou contra a declaração do tucano, foi o assessor de assuntos internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia. Ele disse que Serra está tentando ser o exterminador da política externa. “Isso envolve o relacionamento com países vizinhos que temos relações”, apontou Garcia.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Deputado Federal Eduardo Valverde

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Desemprego é o menor desde que o IBGE calcula. Bye-bye, Serra 2010!

Saiu no G1:

Desemprego recua para 7,3% em abril, diz IBGE
A taxa de desemprego no Brasil foi de 7,3% em abril, informou nesta quinta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, divulgado na Pesquisa Mensal de Emprego, representa um recuo tanto em relação a março, quando a taxa havia sido de 7,6%, quanto na comparação com abril de 2009, quando havia sido de 8,9%.
O resultado veio abaixo da previsão de analistas, que estimavam taxa de 7,6%. No ano, o desempenho de abril foi o mais baixo desde janeiro. Segundo o IBGE, é a taxa mais baixa para um mês de abril desde o início da série histórica em 2002.
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terça-feira, 25 de maio de 2010

Dilma cresce, e empata com Serra

Petista cresce em todas as regiões do país
Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) estão empatados em pesquisa de intenção de voto para presidente realizada pelo Datafolha. Cada um tem 37%. Em relação ao cenário sem Ciro Gomes da pesquisa anterior, feita em abril, a petista cresceu sete pontos percentuais e o tucano perdeu cinco pontos. Marina Silva (PV) manteve-se com 12%.
Neste levantamento, foram entrevistados 2660 eleitores de 16 anos ou mais nos dias 20 e 21 de maio de 2010, e a margem de erro é dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Foi a primeira pesquisa realizada após a exibição do programa eleitoral do PT, no último dia 13, e após a desistência de Ciro Gomes de concorrer à presidência.
O percentual de eleitores que pretende anular ou voto ou votar em branco variou três pontos em relação ao mês passado. Em abril, eram 8% e agora são 5%. Os indecisos oscilaram de 8% para 9%.
O Datafolha também avaliou a intenção de voto em um cenário com candidatos “nanicos”. Também nesse cenário, os dois principais postulantes ao Planalto aparecem empatados, cada um com 36% das intenções de voto. Marina Silva tem 10%. De oito candidatos de partidos menores, apenas José Maria Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU) atingem 1%.
Na intenção de voto espontânea, a candidata Dilma Rousseff também cresce. A ex-ministra ganhou seis pontos e chegou a 19%. José Serra está com 14%, contra 12% em abril. Oscilou de 7% para 5% os que declaram voto em Lula, e 3% afirmam votar no candidato do Lula. Declaram não saber 49%, contra 54% do levantamento anterior.
A rejeição à candidata do PT diminuiu. Quando questionado em quem não votariam no primeiro turno das eleições, 20% afirmaram que não votariam em Dilma (eram 24% em abril). Já o índice dos que rejeitam Serra oscilou de 24% para 27%.

Fonte: Datafolha

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Pela primeira vez, Dilma passa Serra em pesquisa de intenção de votos

Por Vinicius Sassine
A pré-candidata do PT à Presidência da República, a ex-ministra Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente do pré-candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo, José Serra, em pesquisa de intenção de votos feita pelo Instituto Vox Populi.
O levantamento traz a petista com 38% das intenções de voto, em empate técnico com Serra, que tem 35% na pesquisa estimulada. A margem de erro do levantamento é de 2,2%, para mais ou para menos.
Dois mil eleitores, moradores de 117 cidades (nas cinco regiões brasileiras), foram ouvidos no levantamento. Num eventual segundo turno, Dilma e Serra também estariam tecnicamente empatados, com 40% e 38%, respectivamente, dentro, portanto, da margem de erro de 2,2%.
A pesquisa de intenção de voto espontâneo – quando o eleitor abordado pelos pesquisadores diz em quem vai votar – também aponta a liderança de Dilma Rousseff. Ela aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Serra tem 15%. Em janeiro, cada candidato obteve 9% das intenções de votos espontâneos.
A candidata do PV, a ex-ministra Marina Silva, consolidou-se na terceira posição da pesquisa estimulada de intenção de voto, com 7%. O levantamento de votos espontâneos mostra o presidente Lula em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto, o que confirma a popularidade do presidente (mesmo sem poder se candidatar a um terceiro mandato, Lula é citado pelos eleitores).
As regiões onde Dilma Rousseff é mais lembrada são o Nordeste (44%) e o Norte (41%). Serra lidera no Sul (44%) e está tecnicamente empatado com a petista no Sudeste.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 7 de maio de 2010, sob o número 11.266/2010. As duas mil pessoas foram entrevistas entre os dias 8 e 13. O Correio publica todos os detalhes do levantamento na edição impressa de amanhã.
Fonte: www.correiobraziliense.com.br
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sábado, 15 de maio de 2010

Líder do Governo na Câmara garante a Valverde apoio da bancada na votação da regulamentação da transposição na próxima semana


Alguns sindicalistas erraram ao declarar que a transposição seria rejeitada pelo governo

O Coordenador da Bancada de Rondônia, deputado Eduardo Valverde (PT/RO) acaba de reunir-se com o Líder do Governo na Câmara, deputado Cândido Vacarezza (PT/SP) que desmentiu boatos de que a base do governo teria a orientação de votar pela rejeição da regulamentação da transposição dos servidores de Rondônia.

Segundo Valverde, o mau uso de informações com o intuito meramente político-partidário tem causado desunião entre os sindicatos e, consequentemente, na Bancada de Rondônia, o que é extremamente prejudicial.

“Esse não é o melhor momento para disputas eleitorais. Agora, é hora, de união da bancada e dos sindicatos por um interesse maior. Não há nenhuma orientação dos parlamentares do PT e da base para que votem contrário. O entendimento continua o mesmo que foi acordado anteriormente e votado no Senado Federal na MP 472”, disse.

Com relação à divergência do Governo em relação à ampliação do alcance dos servidores transpostos de Amapá e Roraima para o quadro Federal, o deputado disse que os sindicatos já sabiam que esse assunto seria discutido separadamente no Planejamento e na Casa Civil.

“Quero tranquilizar a todos os servidores que serão beneficiados com a regulamentação. Nós sabemos que a matéria seria de tramitação difícil aqui na Câmara Federal, mas, fizemos todos os diálogos necessários com o líder do Governo e com o relator da matéria para manter o texto aprovado no Senado, então, são notícias fantasiosas que visam contemplar interesses político-partidários de pré-candidatos, que com essas atitudes, demonstram torcida contrária à aprovação da regulamentação”, enfatizou.

A discussão e votação da MP 472 ficaram para a próxima semana (terça ou quarta-feira), porém, o deputado Valverde garantiu que tem se empenhado junto com o líder do Governo para convencer todas as outras bancadas a votarem a favor da regulamentação.

“Nós estamos tratando da matéria de maneira muito cautelosa e muito sóbria, pois estamos fazendo um trabalho sério. Infelizmente não é possível blindar todas as possibilidades de interferências negativas, mas eu quero garantir ao servidor de Rondônia que na próxima semana estaremos votando o texto aqui na câmara”, concluiu Valverde. 
Fonte: http://eduardovalverde.blogspot.com
 
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

PAC 2: “O Estado planeja e induz a economia ao desenvolvimento” afirma o deputado Valverde

Prefeitos representantes de 477 municípios com mais de 150 mil habitantes e governadores de diversos estados participaram em Brasília da primeira reunião com o governo federal para conhecerem os critérios de seleção da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que contará com investimentos de mais de R$ 316 bilhões para as áreas Social, Urbana e de Energia. 

Os municípios com menos de 50 mil habitantes se reunirão no dia 20 de maio para conhecerem os recursos que serão destinados para a construção de Unidades Básicas de Saúde, Pavimentação e Saneamento, Urbanização de Assentamentos Precários, como a substituição de moradias em áreas de palafitas. Em Rondônia, 45 dos 52 municípios têm menos de 50 mil habitantes. 

O coordenador da bancada de Rondônia, deputado Eduardo Valverde (PT) acha importante a iniciativa de incluir os municípios menores, pois sabe da necessidade das prefeituras de receberem investimentos do governo federal. “As prefeituras, sobretudo dos municípios pequenos contam com poucos recursos para investir em infraestrutura. Visto que, grande parte de seus recursos são destinados a folha de pagamento. Então, todo tipo de ajuda para tentar modificar a vida dos moradores é sempre bem-vinda, e o governo federal não fecha os olhos às necessidades dessas cidades.” 

Aumento de Investimentos

Em comparação com a primeira etapa do PAC, houve um crescimento de 63% em investimento no eixo Social e Urbano, que passou de R$ 239 para R$ 389 bilhões. Dentro desses investimentos estão as melhorias no setor de saneamento, pavimentação, irrigação e habitação. Todos esses pontos muito importantes na visão do deputado Valverde, já que Porto Velho está passando por um aumento populacional expressivo, devido à construção do complexo hidrelétrico do rio Madeira. 

“Serão criados mais de 40 mil postos de trabalho e os investimentos do PAC 2 têm de servir também para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas que virão colaborar com o desenvolvimento de Rondônia”, afirmou Valverde. 

O acolhimento e a melhoria da qualidade de vida para os habitantes de Rondônia e para os que virão é uma preocupação da prefeitura de Porto Velho. Essa questão é considerada uma prioridade por Valverde. Em recente reunião com o coordenador de articulação das obras do PAC 2, Maurício Muniz Barreto, o deputado foi se certificar de que Rondônia continue recebendo grandes recursos do Programa. 

O Programa também prevê a destinação de recursos para a prevenção de áreas de risco como encostas e para obras de drenagem. Uma ação muito bem-vinda para o estado de Rondônia na opinião do deputado. “É preciso que haja ações de prevenção desses desastres, o nosso estado passou nos último anos por muitos casos de enchentes que devem ser resolvidos com as ações do PAC 2”, friso, ressaltando que os recursos disponíveis para a área de logística alcançam a cifra de R$ 104 bilhões, destinados para investimentos em transporte público e estrutura de locomoção. 

Outra área que teve um aumento de verba prevista no Programa foi o eixo Energia. O aumento foi de 56%, perfazendo um montante de R$ 461 bilhões para a segunda etapa, a ser realizada entre 2011 e 2014. Para o deputado, esse aumento de destinação de recursos reflete o dever do Estado em atrair investidores. “O Estado planeja e induz a economia ao desenvolvimento”, afirmou Valverde.

Equipe GD-13

Lula: Dilma fez PAC, Luz Para Todos e Minha Casa. O Serra não fez nada


Lula compara Dilma a Nelson Mandela em propaganda do PT
Propaganda mostrou a trajetória de vida da pré-candidata petista. Mesmo sob ameaça da Justiça, programa foi ao ar nesta quinta-feira.

A pré-candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, foi a estrela do programa do PT exibido em cadeia nacional de rádio e televisão na noite desta quinta-feira (13). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poupou palavras para elogiar o desempenho da pré-candidata, enquanto ela atuava no seu governo. Lula, inclusive, comparou Dilma ao líder africano Nelson Madela, responsável pelo fim da política de segregação racial na África do Sul. O presidente afirma que o que mais admira na pré-candidata é a sua “correção e competência”.

” Uma parte da história da Dilma me lembra a do Mandela. Uma vez o Mandela me contou que só foi para o confronto porque não deram outra saída para ele. O tempo passou e o que aconteceu? Ele virou um dos maiores símbolos da paz”, disse o presidente.

VEJA O PROGRAMA DO PT:


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quarta-feira, 12 de maio de 2010

PT de Rondônia confirmar pré-candidatura de majoritários nesta quinta

O Partido dos Trabalhadores promove, nesta quinta-feira, dia 13/05, a partir das 19 horas, na sede do Diretório da sigla, em Porto Velho, um evento denominado “Dia do 13”, destinado a confirmar a pré-candidatura do deputado federal Eduardo Valverde ao governo do Estado, e a pré-candidatura da senadora Fátima Cleide à reeleição.

Presidente do Diretório Estadual do PT em Rondônia, Eduardo Valverde vem construindo uma aliança com partidos da base aliada do governo Lula, visando à disputa das eleições deste ano.

Enquanto busca formar uma coligação forte liderada pelo PT, Valverde participa de diversas atividades com a finalidade colher subsídios para a elaboração de um plano de governo participativo.

No evento denominado “Dia do 13”, o pré-candidato do PT a governador também conduzirá as discussões que objetivam às coligações para a formação da chapas que disputarão a Assembléia Legislativa, a Câmara dos Deputados e a segunda vaga ao Senado.

Eduardo Valverde espera contar com a presença de toda a militância no evento, pois, além dos debates políticos, será um momento de confraternização de filiados e simpatizantes do PT.

No evento acontecerá também a campanha "SEJA UM PETISTA 2.0"  onde a equipe GD-13 estará fazendo o cadastramento dos militantes para  aderirem  a campanha  pela internet via redes sociais e sites.  

A sede do PT em Porto Velho fica na Avenida Calama, 895, bairro Olaria.

Equipe GD-13

terça-feira, 11 de maio de 2010

Banco Central: Dilma devolve a Serra o que os tucanos diziam de Lula!

GD-13, sugestão da materia postada no blog do 
Paulo Henrique Amorim (www.conversaafiada.com.br)

Dilma joga o feitiço no colo do feiticeiro. E os neoliberais, vão defender o Serra?Foto: Wilton Júnior/AE


No espaço de vácuo que ocupa no PiG (*), Serra disse hoje de manhã na CBN que o Banco Central não é a Santa Sé e que ia fazer e acontecer no BC.
Foi uma entrevista do tipo púlpito.
Espera-se que, segunda-feira, na entrevista com a Dilma, os funcionários dos filhos do Roberto Marinho tratem a candidata de Lula com a mesma deferência.
Em 2002, Serra, o PiG (*) e as reginas duartes morriam de medo do Lula, porque ele ia entrar com as botas do Fidel Castro no Banco Central.
Agora, a ameaça é o Serra.
E as botas são as do Nelson Jobim, ministro serrista.
Ele e elas é que ameaçam a autonomia do Banco Central.

Dilma rebate Serra e defende autonomia do Banco Central
Pré-candidata participou do seminário ‘Brazil Infrastructure Summit’, no Rio. ‘Não há terrorismo em acharmos que a melhor a continuidade somos nós’.
A pré-candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, disse nesta segunda-feira (10) que considera “importantíssima” a autonomia do Banco Central. Dilma fez a afirmação ao responder a perguntas de jornalistas sobre entrevista dada hoje pelo pré-candidato do PSDB José Serra à rádio CBN, no qual ele afirmou que “o BC não é a Santa Sé”.
Indagada se pretende manter a autonomia do BC, a pré-candidata do PT disse que acha “importantíssima a autonomia operacional que o Banco Central teve no governo do presidente Lula. Sempre tivemos uma relação muito tranquila com o BC”.
Dilma também rebateu as críticas que Serra teria feito a uma suposta lentidão do BC em elevar os juros diante de um aquecimento forte na economia. “É uma coisa muito complicada raciocinar no ’se’. O BC tem registro de cuidado e cautela, o que foi importante na crise. Houve muitos acertos no BC durante a crise. Acho muito relativa esta discussão de se fizesse isso ou quando”, disse.

Clique aqui para ler a matéria da Agência Estado no site do G1

EQUIPE GD-13 (GUERRILHA DIGITAL 13) 

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.